segunda-feira, 4 de maio de 2020

Atalhos de teclado no ubuntu e derivados


F9 = Exibir painel lateral do Caja.
Ctrl + H = Exibir arquivos ocultos.
Ctrl + T = Abrir nova abra no gerenciar de arquivos.
Ctrl + F = Pesquisar.
Ctrl + L = Abrir Localização.
Ctrl + D = Adicionar marcador.
Ctrl + Alt + Del = LogOut, Encerra a sessão.
Ctrl + Alt + T = Abre um terminal
Ctrl + Alt + F1 a F9 = Abre modo texto.

Super + S = Abre o buscador.
Super + L = bloqueia a tela.

Alt + F1 = abre um menu.
Alt + F2 = Abre uma caixinha de texto para você executar um comando
Alt + F4 = fecha a janela ativa.
Alt + F7 = Move uma janela.
Alt + F8 = Redimensiona uma janela.
Alt + F9 = esconde a janela ativa.
Alt + F10 = maxima e restaura uma janela.
Alt + Botão esquerdo do mouse = Move a janela atual.

Comandos de Print.

Print Screen = Tira a foto da tela.
Alt + Print Screen = Captura a janela atual.
Shift + Print Screen = Captura uma área,  ou seja, permite ao usuário selecionar uma área da sua tela para ser “fotografada”.
Ctrl + Print Screen — Captura a janela atual para a área de transferência, use o atalho Ctrl + V para colar.
Ctrl + Shift + Print Screen = Permite selecionar uma área a ser capturada para a área de transferência.



TODOS OS COMANDOS

-- WINDOWS --

Professores que estão trabalhando em Home office, conheçam esses atalhos que darão mais agilidade ao seu trabalho.

Ferramentas úteis para quem trabalha no computador.

Ctrl + E - Selecionar tudo
Ctrl + N - Negrito
Ctrl + C - Copiar
Ctrl + D - Preenchimento
Ctrl + B - Pesquisa
Ctrl + G - Salvar
Ctrl + L - Substituir
Ctrl + K - Itálico
Ctrl + U - Nova pasta de trabalho
Ctrl + A - Aberto
Ctrl + P - Imprimir
Ctrl + R - Não está OK
Ctrl + S - Sublinhado
Ctrl + V - Colar
Ctrl W - Fechar
Ctrl + X - Recortar
Ctrl + Y - Repetir
Ctrl + Z - Desfazer
F1 - Ajuda
F2 - Edição
F3 - Cole o nome
F4 - Repita a última ação.
F4 - Ao inserir uma fórmula, alterne entre referências absolutas / relativas
F5 - Vá para
F6 - Próximo painel
F7 - Verificador ortográfico
F8 - Expansão de modo.
F9 - Recalcular todos os livros
F10 - Ative a barra de menus
F11 - Novo gráfico
F12 - Salvar como
Ctrl +: - Inserir hora atual
Ctrl +; - Insira a data atual.
Ctrl + "- copia o valor da célula acima
Ctrl + '- Copie a fórmula da célula acima
Alterar - Ajuste de deslocamento para funções adicionais no menu do Excel
Shift + F1 - O que é isso?
Shift + F2 - Editar comentário da célula
Shift + F3 - Cole a função na fórmula
Shift + F4 - Localizar a seguir
Shift + F5 - Pesquisa
Shift + F6 - Painel anterior
Shift + F8 - Adicionar à seleção
Shift + F9 - Calcular planilha ativa
Shift + F10 - Exibição do menu pop-up
Shift + F11 - Nova planilha
Shift + F12 - Salvar
Ctrl + F3 - Definir nome
Ctrl + F4 - Fechar
Ctrl + F5 - XL, tamanho da janela de restauração
Ctrl + F6 - Próxima janela da pasta de trabalho
Shift + Ctrl + F6 - Janela da pasta de trabalho anterior
Ctrl + F7 - Mover janela
Ctrl + F8 - Redimensionar janela
Ctrl + F9 - Minimize a pasta de trabalho
Ctrl + F10 - Maximizar ou restaurar janela
Ctrl + F11 - Inserir folha de macro 4.0
Ctrl + F1 - Abrir arquivo
Alt + F1 - Inserir um gráfico
Alt + F2 - Salvar como
Alt + F4 - Sair
Alt + F8 - Caixa de diálogo Macro
Alt + F11 - Editor do Visual Basic
Alt + 64 - @
CTRL + Esc. Você pode retornar rapidamente à tela inicial. E aqui nada aconteceu.
Ctrl + Shift + F3 - Crie um nome usando os nomes de rótulos de linha e coluna
Ctrl + Shift + F6 - Janela anterior
Ctrl + Shift + F12 - Imprimir
Alt + Shift + F1 - Nova planilha
Alt + Shift + F2 - Salvar
Alt + = - AutoSoma
Ctrl + `- Alterar o valor da fórmula / exibição
Ctrl + Shift + A - Insere os nomes dos argumentos na fórmula
Alt + seta para baixo - lista de visualização automática
Alt + '- Formato do diálogo de estilo
Ctrl + Shift + ~ - formato geral
Ctrl + Shift +! - formato de vírgula
Ctrl + Shift + @ - Formato da hora
Ctrl + Shift + # - Formato da data
Ctrl + Shift + $ - formato da moeda
Ctrl + Shift +% - formato de porcentagem
Ctrl + Shift + ^ - Formato exponencial
Ctrl + Shift + & - Coloque a borda do contorno ao redor das células selecionadas
Ctrl + Shift + _ - Remover a borda do contorno
Ctrl + Shift + * - seleciona a região atual
Ctrl ++ - Inserir
Ctrl + - - Excluir
Ctrl + 1 - Formato da caixa de diálogo da célula
Ctrl + 2 - Negrito
Ctrl + 3 - itálico
Ctrl + 4 - Sublinhado
Ctrl + 5 - Tachado
Ctrl + 6 - Mostrar / ocultar objetos
Ctrl + 7 - Mostrar / ocultar barra de ferramentas padrão
Ctrl + 8 - Alterna símbolos de contorno
Ctrl + 9 - Ocultar linhas
Ctrl + 0 - Ocultar colunas
Ctrl + Shift + (- Mostrar linhas
Ctrl + Shift +) - Mostrar colunas
Alt ou F10 - Ativar menu
Ctrl + Tab - Na barra de ferramentas: Próxima barra de ferramentas
Shift + Ctrl + Tab - Na barra de ferramentas: Barra de ferramentas anterior
Ctrl + Tab - Em um livro: ativa o próximo livro
Shift + Ctrl + Tab - Em uma pasta: ative a pasta anterior
Guia - Próxima ferramenta
Shift + Tab - Ferramenta anterior
Enter - faça o pedido
Shift + Ctrl + F - lista suspensa de fontes
Shift + Ctrl + F + F - Fonte da guia da caixa de diálogo Formatar célula
Shift + Ctrl + P - lista suspensa Tamanho do ponto. 😁


sexta-feira, 1 de maio de 2020

CHOWN, Mudando dono de arquivos ou pastas






Vamos a um exemplo didático de como usar o chown para fazer esse tipo de modificação?

APLICAÇÃO DO COMANDO CHOWN

Observe os comandos, abaixo:

sudo chown joaquim_souza arquivo1 
sudo chown joaquim_souza:diretoria arquivo1
sudo chown -R joaquim_souza:diretoria /home/joaquim/*


O que acabamos de fazer? Primeiramente, o dono do arquivo o repassou para um usuário denominado joaquim_souza. Em seguida, mudamos a propriedade do arquivo, deixando-o sob posse do usuário joaquim_souza e do grupo diretoria, separados na sintaxe pelo coluna ”:”.

E por último, aplicamos a opção -R para permitir a função recursiva, modificando o proprietário de todos os arquivos e diretórios presentes na /home/joaquim/ para joaquim_souza e o grupo diretoria.




fonte
https://e-tinet.com/linux/chown/

CHMODE, mudando permissões no linux



Há a possibilidade de realizar o procedimento usando o modo octal. Neste modo, as permissões são compostas de oito níveis (0 a 7) e representadas por números, os quais indicam:

0 = nenhuma permissão;
1 = apenas executar;
2 = apenas gravar;
3 = gravar e executar;
4 = apenas ler;
5 = ler e executar;
6 = ler e gravar;
7 = ler, gravar e executar.

Logo, o mesmo comando do exemplo anterior pode ser feito da seguinte forma no modo octal:

chmod 764 arquivo1

Observe que cada algarismo corresponde a cada uma das classes de usuários (User, Group e Other).



EXEMPLOS DE USO DO CHMOD
Tendo em vista reforçar o que expliquei nos tópicos anteriores, vejamos, abaixo, exemplos básicos de uso do comando chmod para certas permissões do nosso “arquivo1”.

SOMENTE O USER PODE TER ACESSO (TOTAL) AO ARQUIVO

chmod 700 arquivo1

APENAS O GROUP ESTÁ AUTORIZADO A EXECUTAR

chmod 010 arquivo1

TODAS AS CLASSES DE USUÁRIOS PODEM LER O ARQUIVO

chmod 444 arquivo1

ACESSO TOTAL PARA O USER E LEITURA PARA OS DEMAIS

chmod 744 arquivo1
APENAS USER E GROUP PODEM ACESSAR O DIRETÓRIO DO ARQUIVO

chmod 740 arquivo1_dir


OS PERIGOS DO COMANDO CHMOD 777

Pela sequência binária à frente do comando chmod já se pode entender a permissão que ele aplica, não é mesmo? Sabendo-se que 7 é o nível mais alto de permissão no modo octal, logo o 777 significa concessão total de permissão a todos os usuários da rede.

O maior perigo do chmod 777 é quando o comando é aplicado a um diretório crucial do sistema, como o root (/), o que implicaria acesso livre de restrições a todos. Um desastre dessa natureza abriria as portas para ameaças — tanto internas quanto externas.

Portanto, evite utilizar os comandos:

chmod 777 (diretório)

fonte
https://e-tinet.com/linux/chmod/

terça-feira, 28 de abril de 2020

Guia completo de Instalação do Ubuntu 20.04


Olá, tudo bem? Me chamo Nilson Sousa, mas sou conhecido no mundo Nerd como Nodes ou NodesBR, tanto faz, dá no mesmo. Uso o Ubuntu desde a versão 8.04, mas recentemente migrei para o Linux Mint, o motivo foi pela más escolhas da canonical em relação a interface padrão do ubuntu em versões anteriores, cito Unity, a qual era um interface muito bugada e que, por tal motivo, não foi para frente, sendo descontinuada. Mas mesmo com a mudança, ou retorno à interface Gnome, eu já estava acostumado e apaixonado pelo Linux Mint. Gostei muito de suas ferramentas e customização simples. E acabei por ficar em tal distro.

Onde quero chegar com esse blá blá blá todo? Aqui: certo dia chego no trabalho e topo com meu chefe, usuário Windows das antigas, usando o Mint na versão Cinnamon. Perguntei, mesmo sabendo do que se tratava, o que ele estava usando. Ao que me respondeu que era o Linux Mint. Aí conversamos um pouco a respeito, tendo lhe explicado que uso uma versão bem próxima da que ele estava usando. E por aí foi...

Dias depois de tal conversa, foi lançado o Ubuntu 20.04 LTS. Tendo informado ao meu chefe a respeito. E assim que saiu a citada versão, ele baixou e a instalou. E por ser um usuário novato, fez caca. Formatou tudo e acabou perdendo dados de sua máquina. Perguntei por que ele não havia usado a opção avançada de instalação. Ao que me respondeu que desconhecia tal opção por ser Noob. Logo cogitei a ele que faria um vídeo instalando o sistema, demonstrando as opções que havia falado.

Bom, na data de hoje, achei um vídeo bem legal, que tem a dica completa e muito bem explicado. Não é meu; não foi eu quem o fiz. Mas vou deixar aqui para que você possa usar, caso tenha duvidas de como proceder na instalação do Ubuntu, sem perder os seus dados.


Muito obrigado pela visita.
Volte logo.

NodesBR2020.

segunda-feira, 27 de abril de 2020

JAVA UBUNTU 20.04



Tudo o que você precisa fazer é abrir o Terminal e colar os comandos abaixo, preste atenção é não pule nenhum deles:
  1. sudo add-apt-repository ppa:linuxuprising/java
  2. sudo apt update
  3. sudo apt install oracle-java14-installer
  4. sudop apt remove oracle-java14-set-default
  5. java -version

domingo, 26 de abril de 2020

Ubuntu 20.04 LTS e seu Sabores - Download



Abaixo deixo o link para que vc possa baixar o Ubuntu 20.04 LTS (Longo Tempo de Suporte, o qual durará até 2025, pois tem 5 anos de suporte) e todos o seus sabores oficiais. E para isso bata apenas escolher que sabor quer e escolher a forma de download melhor lhe agrada.

Além disso deixo um vídeo produzido pleo Diolinux, apresentada o fera.



sábado, 25 de abril de 2020

Driver Nvidia atualizado via PPA



Questão: O que é um PPA?
Para adicionar este PPA, vamos precisar rodar os seguintes comandos:

sudo apt-add-repository ppa:graphics-drivers/ppa && sudo apt update

Depois disso o comando… 

sudo ubuntu-drivers autoinstall

… instalará a versão mais recente dos drivers Nvidia, mas também é possível dizer exatamente qual pacote você quer instalar, por exemplo:

sudo apt install nvidia-390

ou

sudo apt install nvidia-410

Cada comando instalará uma versão diferente do driver. Para ter certeza de quais versões estão disponíveis no repositório, use o comando:

apt search nvidia-*


O comando acima vai te mostrar todas as possibilidades.

Uma vez que você tenha adicionado o PPA, os novos drivers também aparecem na interface gráfica.


fontes
https://diolinux.com.br/2018/10/como-instalar-drivers-nvidia-ubuntu-tutorial.html
https://diolinux.com.br/2015/09/como-instalar-drivers-de-video-no-ubuntu-linux.html

Compactar e Descompactando arquivos TAR.GZ



TAR é o comando para manipular arquivos .tar. O hífen com diversas letras são parâmetros, onde cada letra significa uma função específica:

-x (eXtract) é para extrair os dados do arquivo .tar.gz (usado apenas para descompactar).
-c (Create) é para criar um arquivo tar (usado apenas para compactar).
-z (gZip) é para manipular o arquivo .tar.gz em GZip.
-v (Verbose) é para mostrar os arquivos conforme o tar os manipula. Quando estiver em uma conexão SSH lenta, você pode retirar este comando para não receber a lista completa de arquivos que foram compactados/descompactados.
-f (File) é para definir que estamos trabalhando com arquivos, e não com uma fita ou outro dispositivo.


Descompactando um arquivo tar.gz

Acesse o diretório que possui o arquivo;

cd /nomedapasta/

Digite o comando:

tar -xzvf arquivo.tar.gz


Compactando um arquivo tar.gz

Acesse o diretório onde se encontra o arquivo ou o diretório que deseja compactar;

cd /nomedapasta/

Digite o comando:

tar -czvf arquivo.tar.gz pasta

fonte
https://oxidigital.com.br/compactando-descompactando-arquivos-tar-gz-no-ubuntu/

sexta-feira, 24 de abril de 2020

Como conectar Linux e Windows via rede com Samba





1 - Instalar o Samba e o smbclient no Linux:



apt-get install samba smbclient


1.1 - Por comando vc deve utilizar o comando tipo esse exemplo, supondo que o ip da máquina Windows seja 10.1.1.3:

smbclient -L 10.1.1.3 -U marcos

2 - Criar um backup do smb.conf :

cd /etc/samba mkdir backupsmb 
cp smb.conf backupsmb/ 
mv backupsmb/smb.conf backupsmb/smb.conf.bkp


3 - Editar o smb.conf

vim /etc/samba/smb.conf
Apague tudo e use essa como base, mas altere com seus nomes de usuário:

[global]
netbios name = linux
server string = Servidor público
workgroup = WORKGROUP
local master = yes
os level = 100
preferred master = yes
wins support = yes
map to guest = bad user
guest account = marcos

[arquivos]
path = /mnt
writable = yes
guest ok = yes

[backups]
path = /mnt
writable = yes
guest ok = yes


4 - Reinicie o samba:

/etc/init.d/samba restart

ou - Pare e inicie o daemon do Samba:

/etc/init.d/samba stop 
/etc/init.d/samba start





fontes
https://terminalroot.com.br/2014/11/passo-passo-como-conectar-duas-maquinas.html
https://www.youtube.com/watch?v=PipbcLMaHWo

https://www.todoespacoonline.com/w/2015/06/compartilhamento-de-arquivos-entre-linux-e-windows/

sexta-feira, 10 de abril de 2020

WPS OFFICE NO UBUNTU, MINT E DERIVADOS EM PTBR



WPS Office é uma suíte de escritório escrito em C++ que roda em plataformas Windows, Linux, Android e iOS. Desenvolvido pelo desenvolvedor de software chinês em Zhuhai, a Kingsoft. O WPS Office é um conjunto de softwares que é composto de três componentes principais: WPS Writer, WPS Presentation e WPS Spreadsheet.



https://linuxdicasesuporte.blogspot.com/2019/06/wps-office-2019-para-debian-ubuntu-e.html

Instalar pacote .deb via terminal com o DPKG


Sem muita enrolação neste dica. Vamos à ela então.

01 - Baixei o pacote em .deb desejado.

02 - Agora, instale os pacotes baixados clicando neles ou usando o comando abaixo (claro, dentro da pasta onde foram baixados os arquivos):

sudo dpkg -i wps-office*.deb


03 -  Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

sudo apt-get install -f


04 - Depois, se precisar desinstalar o programa, use esse comando:

sudo apt-get remove NomedoPrograma


segunda-feira, 4 de novembro de 2019

OS Live com Partição de persistência - Dica Fleury Ceraso




Nilson, Bom dia! Para preservar ois dados quando em Live, crie uma partição casper-rw. Após instalar com o unetbootin numa outra partição de 3MB, abra a pasta do sistema e apague o arquivo casper-rw criado pelo sistema. O sistema vai ser enganado e vai colocar tudo na partição casper-rw. Quando reiniciar estará tudo lá bonito. Só instalo tudo Live. Tenho cinco HD's 1TB e sempre deixo uma partição com os arquivos que preciso como conky-manager etc. tente vai gostar.



minha divisão do HD externo: 1 partição fat32 de 10GB para o sistema rotulo da distro e sinalizada boot. 1 partição 20GB (ou mais) ext4 com rótulo casper-rw. Resto fat32 pois posso ler sempre. Coloco ai tudo que preciso para testar as distros. Icones, temas, conky-manager e vários arq de conky. Dicas de instalação diversas Wine etc.


No pendriver faça as duas partições só e instala com unetbootin. A fat32 sistema com boot e a ext4 casper-rw. Não esqueça de apagar o casper-rw criado na partição do sistema.



A fat32 precisa ser de boot. É onde vai o sistema que você vai indicar no unetbootin

at32 *

Coloque o boot em sinalização no gparted


Então:
01 - Fat32 para o sistema;
e
02 - Ext4 com rótulo casper-rw para a persistência....


Sugestão:
Uma partição de fat32 de 4GB - Uma partição de ext4 do resto. Assim vai poder instalar um monte de aplicativos, pois eles ficarão na partição casper-rw

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Oracle Java no Ubuntu 18.04 e 19.04 - PPA




1- Primeiro é necessário fazer a instalação do repositório PPA do JDK (recomendo a versão Java 11):

sudo add-apt-repository ppa:linuxuprising/java -y; sudo apt update


2 - Depois é só instalar o pacote:

sudo apt install oracle-java11-installer -y

ou

sudo apt install oracle-java12-installer -y

quinta-feira, 21 de março de 2019

Baixando sites inteiros com o wget


Fonte e original no site: https://www.hardware.com.br/dicas/baixando-sites-wget.html




Muitas vezes você encontra um site cheio de coisas interessantes, mas não dispõe de tempo para ler on line na hora. Ou, encontra algo tão importante que pretende guardar em CD ou DVD, para nunca perder. A natureza dos sites da web não permitem isso. Você entra, acessa um site e navega pela página. Se quiser outro conteúdo, deve clicar num link, então o mesmo é descarregado até a sua tela. Fica complicado, por exemplo, querer salvar um site inteiro no seu computador clicando nos links e salvando página por página.

Lá vem a computação novamente, com sua rapidez e “inteligência”. Sim, inteligencia entre aspas porque as máquinas em si são burras, meros papagaios, como você sabe só fazem aquilo que foi previamente programado. Há programas que podem baixar os sites inteiros, sem que você precise entrar e clicar em link por link. O que esses programas fazem é seguir os links das páginas, deifinidos em HTML pela tag <a href=…>. No final do processo, você pode ter todo o site ou várias páginas e arquivos do seu interesse.

Existem vários programas que se propõem a isso, a maioria para Windows, normalmente pagos. Quase sempre o que se encontra são sharewares, que se limitam a funcionar por um período determinado ou baixam apenas um certo número de páginas, sendo liberados somente na versão completa. Há um gratuito e open source, o HTTrack (WinHTTrack, na versão para Windows), é bom e relativamente bastante usado, por ser fácil e bastante personalizável. Mas há muito tempo há uma outra solução gratuita e aberta, muito conhecida pelos usuários de Linux: o wget. O wget é um programa criado inicialmente para o ambiente Unix/Linux, cujo objetivo principal é baixar arquivos da internet. Ele pode ser usado em scripts, tornando a programação de diversas “aplicações” bem mais fácil. Para felicidade de quem usa Windows, saiba que há uma versão portada dele para o Windows, que funciona exatamente da mesma forma da versão Unix. E para quem quer baixar sites inteiros ou várias páginas, ele também tem esse recurso. De quebra, é um programa bem pequenininho, operado via linha de comando, o que permite o uso fácil em scripts ou a criação de interfaces.

Antes de começar, tenha em mente que baixar sites inteiros pode prejudicar os sites. Além dos sites em si, essa tarefa que pode consumir muita banda de download deles, você pode acabar prejudicando outros sites que estejam hospedados no mesmo servidor, especialmente se for um hospedeiro compartilhado – mesmo comercial. Muita gente não tem noção de que baixar sites de uma vez ou acessar excessivamente arquivos grandes pode ser prejudicial, e faz isso sem saber; é bom que você esteja consciente para não abusar.

Obtendo o wget

Quase toda distribuição de Linux inclui ele. Caso não inclua, experimente instalá-lo usando o gerenciador de pacotes da sua distribuição. Se você usa Windows, pode baixá-lo em:



O básico do wget

Para baixar um arquivo com o wget, basta dar o comando wget seguido pelo caminho do arquivo na internet. Exemplo:

wget http://www.umsitequalquer.com.etc/arquivo.zip

E o arquivo será baixado na pasta atual do prompt de comando. Caso o download seja interrompido (porque o computador trave, ou o usuário tecle CTRL + C no prompt), é possível recontinuar do ponto em que parou, caso o servidor suporte o recurso. Basta informar, antes da URL, o parâmetro -c, e claro, usar a mesma pasta que contém o “pedaço” anterior do arquivo:

wget -c http://www.umsitequalquer.com.etc/arquivo.zip

Muita gente usa o wget como gerenciador de downloads (no Linux), em vez de baixar os arquivos pelos navegadores. Ele não acelera os downloads (como fazem os “aceleradores de downloads”, que abrem várias conexões), mas permitir recontinuar do ponto em que parou é muito útil, especialmente para quem acessa com conexão lenta ou instável, que cai toda hora.

Baixando sites inteiros

Passando o parâmetro -r, ele baixará todos os arquivos encontrados no domínio. Cuidado, use com atenção e responsabilidade! Além de poder atrapalhar o site, você poderá baixar muita coisa inútil. A sintaxe seria:

wget -r http://www.umsitequalquer.com.etc

Ele seguirá os links definidos em HTML, pela tag <a href…> nas páginas. Links em JavaScript ou em flash não serão reconhecidos, e as páginas não serão baixadas. No caso do JavaScript, é quase impossível um programa sair baixando tudo realmente, pois há várias formas de se “programar” links em JavaScript.

Por padrão, o wget ignora os arquivos que o produtor do site pediu para ignorar, por meio de um arquivo especial, o “robots.txt”. Esse arquivo serve para os motores de busca de sites de pesquisa; eles lêem o arquivo e ficam sabendo para quais arquivos não devem seguir os links. Isso impede que o wget baixe determinados arquivos, arquivos esses que muitas vezes são justamente os que você precisa. Para fazê-lo ignorar os arquivos “robots.txt” e baixar tudo o que encontrar, basta usar o parâmetro -erobots=off. Ficaria assim:

wget -r -erobots=off http://www.umsitequalquer.com.etc

Apesar de tecnicamente possível, é um meio não muito legal fazer isso. Essa opção -erobots=offnão é comentada em muitos lugares. Novamente alerto, use com responsabilidade ou quando precisar “mesmo”, afinal não devemos ser contra a divulgação de informações. Você pode usá-la, por exemplo, quando quiser baixar um arquivo linkado mas que não esteja disponível para ser indexado pelos buscadores (via robots.txt), já que o wget o ignoraria.

Uma dica para reduzir a quantidade de downloads é baixar apenas arquivos de determinado tipo, por exemplo, apenas páginas HTML. Isso é possível com o parâmetro -A, especificando a seguir o tipo de arquivo pela extensão. Veja:

wget -r -A “.html” http://www.umsitequalquer.com.etc

As páginas ASP, PHP, entre outras, serão convertidas em HTML pelo wget (até porque serão páginas já processadas quando o wget acessá-las), ou seja, você não precisará se preocupar em ficar digitando todas as extensões possíveis para as páginas. Da mesma forma, fica fácil baixar todas as imagens:

wget -r -A “.gif” http://www.umsitequalquer.com.etc

ou

wget -r -A “.jpg” http://www.umsitequalquer.com.etc

Depende do que você precisa.

Dica direta para baixar sites inteiros: o wget possui o parâmetro -m, ideal para fazer espelhamentos de sites (mirroring), onde ele já ativa as opções necessárias. Se seu objetivo é fazer um mirror do site, pode ir direto ao ponto:

wget -m http://www.umsitequalquer.com.etc

Outra coisa é a identidade do navegador. Alguns sites só oferecem o conteúdo ao verificarem que é determinado navegador que está acessando a página (como o IE, por exemplo), e o wget não conseguiria acesso aos arquivos. Pode-se fingir a identidade de navegador com esse parâmetro:

–user-agent=”Mozilla/4.0 (compatible; MSIE 6.0; Windows NT 5.0)”

Colocando no texto entre aspas a identificação do navegador e sistema que você quiser.

Páginas protegidas com senha

Páginas que exibem uma tela de login personalizada, via web mesmo, provavelmente não poderão ser baixadas. Digamos que você queira baixar todo o conteúdo do Orkut, ou de uma comunidade ou fórum restrito. Ao acessar a página, vem uma página do site que pede o login e a senha. O wget pararia nela e se limitaria a pegar as páginas linkadas à ela diretamente.

No entanto, páginas que pedem senha diretamente pelo servidor, podem ser baixadas. Estas podem ser acessadas passando o nome e a senha diretamente na URL, com o wget não seria diferente:

wget http://usuario:senha@servidor.com.etc/arquivo.etc

Também pode ser usado para servidores FTP, bastando trocar o http:// por ftp://.

Outros parâmetros importantes

Através de diversos parâmetros podemos controlar melhor o donwnload dos arquivos. Eis alguns importantes:
-t0

Número de vezes que ele deve tentar baixar um arquivo, caso não consiga. Definindo zero deixa configurado como “ilimitado”, o que faz ele ficar tentando até conseguir baixar. Observe que deve-se deixar o número logo ao lado da letra “t”, sem espaço. É bom usá-lo mas com cuidado, num site com muitos arquivos e uma conexão ruim, você pode ficar forçando o download de vários arquivos que nunca serão baixados, à toa. Por precaução, defina um número menor, como -t3 ou -t5.
-c

Permite continuar downloads interrompidos, sem que ele precise baixar o que já foi baixado, incluindo pedaços de arquivos (e não apenas páginas). É bom usá-lo, principalmente quando não der tempo de baixar o que você quer em uma única vez.
-np

Ideal para baixar páginas de uma mesma área de um site. Com o -np (no-parent) ele baixa apenas os arquivos da URL definida sem pegar a pasta pai dela. Por exemplo, utilize caso queira baixar o site http://www.site.com.etc/algumacoisa, mas não o conteúdo do http://www.site.com.etc (e sim apenas da pasta /algumacoisa).
-T30

Define o timeout (limite de tempo) para 30 segundos. Quando ele fica à espera do arquivo, em conexões lentas, esse parâmetro orienta a refazer a conexão para puxar tal arquivo a cada 30 segundos, até conseguir. Observe a diferença que este é em letra maiúscula.

E os donos dos sites, como ficam?

Certamente não gostam nada nada disso. É possível aplicar alguns bloqueios diretamente no servidor (o que foge ao objetivo deste texto, além do que variará muito dependendo do software de servidor utilizado), por exemplo, bloqueando IPs que acessem várias páginas por segundo (mais precisamente um número maior de bytes definido por você), reduzir a velocidade, ou até mesmo banir o IP por um período.

Mas não haverá muito o que fazer para páginas em si. O pessoal dá um jeito, afinal se pode ser acessado pelo navegador, poderá ser baixado e salvo.

Uma dica para evitar downloads automático de arquivos grandes, poupando banda do servidor, é usar um link definido em JavaScript. Praticamente nenhum programa copiador de sites identificaria o link, mas nos navegadores funcionaria normal. Estar com o JavaScript habilitado nos micros clientes hoje é praticamente obrigatório, não existe mais aquele papo de problemas de compatibilidade. Sendo assim, não se preocupe com o link em JavaScript, pois ele funcionará.

A criação do link fica a seu critério, evite colocar o nome do arquivo por inteiro. Um exemplo prático: definindo uma função na página:

<script language=javascript>
function BaixaCoisa(arq){
self.location.href = arq;
}
</script>

E chamando a função nos links assim:
<a href=”javascript:BaixaCoisa(‘/arquivo.iso’);”>Clique aqui para baixar o CD</a>

Se preferir, pode complicar mais, mas dará mais “trabalho” para implementar. Exemplo (este coloque diretamente no local onde for ficar o link):
<script language=javascript>
document.write(‘<a href=’);
document.write(‘arquivo.zip’);
document.write(‘>’);
document.write(‘clique aqui’);>
document.write(‘</a>’);
</script>

Um outro meio um pouco mais complicado de implementar, é aplicar CAPTHA, aquela verificação de letras e números aleatórios em determinadas seções do site. O programa pára ali. Mas cuidado, a maioria dos sistemas não permitem o uso por deficientes visuais, o que prejudica legal a acessibilidade do seu site, especialmente se usar isso em áreas essenciais.

É isso.
Responsabilidade sempre!