sábado, 21 de fevereiro de 2015

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Instalação do Cinnamon no Ubuntu 14.04 LTS

Imagem meramente ilustrativa.

Para instalar o ambiente Cinnamon no Ubuntu 14.04, use os comandos abaixo, copiando e colando no seu termial: 

sudo add-apt-repository ppa:lestcape/cinnamon
sudo apt-get update && sudo apt-get install cinnamon 

Para não ter os bugs no Cinnamon (como telas com fundo preto), use os comandos abaixo, copiando e colando no seu terminal: 

sudo apt-get install mdm
sudo dpkg-reconfigure mdm
gsettings set org.gnome.desktop.interface ubuntu-overlay-scrollbars false

Feche a sessão, escolha Cinnamon no próximo login. 



nodes2015

RECUPERE O GRUB EM 3 COMANDOS - FUNCIONA

Um acontecimento frequente com os usuários de dual boot é a "perca" do Grub. Quando um usuário tem dois sistemas operacionais instalados na mesma máquina, Windows e Ubuntu, exemplo. Isso acontece quando ele precisa, formatar seu velho e defeituoso Windows, ao ser reinstalado apaga a MBR, local onde é guardada informações do disco como ordem de boot, partições etc.

O GRUB fica localizado na MBR, então para possa recuperá-lo de forma simples e fácil siga as instruções a seguir:

Você vai precisar de um CD-Live (no meu caso utilizei a do Ubuntu).

Depois de carregado o Live-CD, ou, o que é mais comum hoje em dia, o Live-Pendrive, entre no Nautilus, Nemo ou Caja, que é o meu caso nesse moento:

1. Verificando a partição referente ao seu GNU/LINUX, clique na partição para montá-la.


2. Verifique em que dispositivo foi instalado seu Grub, normalmente é em um SDA.


3. Clique em desmontar a partição.



Agora entre no terminal e digite os comandos a seguir:

4. Vamos montar o seu sistema de arquivos na sua partição GNU/Linux no diretório /mnt.

sudo mount -t ext4 /dev/sda6 /mnt

Neste caso o meu sistema de arquivos é EXT4 e a minha partição Linux é a sda6, troque esses campos conforme a sua configuração.

5. Instalação do Grub:

sudo grub-install --root-directory=/mnt /dev/sda

Reinicie seu pc e vai estar tudo  ok.

Fácil não? =D



nodes2015

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

TUTORIAIS E DOCUMENTAÇÃO SOBRE O DEBIAN

 LISTA DE DOCUMENTAÇÃO E WIKIS DO DEBIAN

Site Debian Backports, explica como configurar o repositório backports no sources.list.
--- Site: http://backports.debian.org/

Site de Pacotes Debian, neste site é possível pesquisar por pacotes de todas as releases do Debian.
--- Site: https://packages.debian.org/index

Site Acompanhamento de bug, neste site você pode pesquisar por um bug de um pacote, útil quando quero atualizar um pacote do estável para o instável, faço uma pesquisa antes para saber a situação do pacote.
--- Site: https://www.debian.org/Bugs/

Wiki Pulseaudio, explica a instalação e resolução de problemas.
--- Site: https://wiki.debian.org/PulseAudio

Debian Snapshot, este repositório mantém versões antigas de pacotes, útil quando você atualiza um pacote e o mesmo está com algum bug, você pode obter a versão anterior até sair uma atualização com a correção.
--- Site: http://snapshot.debian.org/

Lista completa de espelhos (repositórios)
--- Site: https://www.debian.org/mirror/mirrors_full#BR

Explica a configuração do Debian em firmware UEFI
--- Site: https://wiki.debian.org/GrubEFIReinstall

Documentação do Debian em Português!
--- Site: https://www.debian.org/…/manu…/debian-reference/pr01.pt.html

Este portal lida com instalação e configuração de dispositivos Wifi.
--- Site: https://wiki.debian.org/pt_BR/WiFi

Esta página descreve como instalar o driver de vídeo proprietária AMD (AMD Catalyst, aka fglrx) em sistemas Debian.
--- Site: https://wiki.debian.org/ATIProprietary

Esta página descreve como instalar o driver de vídeo NVIDIA proprietário em sistemas Debian.
--- Site: https://wiki.debian.org/NvidiaGraphicsDrivers


Documentação sobre o apt-get, gerenciamento de pacotes.
--- Site: https://www.debian.org/doc/manuals/apt-howto/ch1.pt-br.html

Descreve a instalação, configuração e resolução de problemas do pacote ALSA no Debian.
--- Site: https://wiki.debian.org/ALSA

Descreve a instalação e configuração do VirtualBox no Debian.
--- Site: https://wiki.debian.org/VirtualBox

Guia completo de instalação do Debian para todas as arquiteturas suportadas.
--- https://www.debian.org/releases/stable/installmanual

Versões do Debian Live CD
--- https://www.debian.org/CD/live/

Dicas de configuração para Wifi.
--- https://wiki.debian.org/WiFi/HowToUse

Instalação e configuração de dispositivos Bluetooth no Debian
--- https://wiki.debian.org/BluetoothUser

Instalação do plugin PepperFlash no Debian.
--- https://wiki.debian.org/PepperFlashPlayer/Installing

Instalação de pacotes de versões de testes ou instáveis no Debian estável (APT-PINNING) ##OBS###
Ao usar o apt-pinning, você deve garantir a compatibilidade de pacotes por si mesmo já que o Debian não garante isso. Note que o apt-pinning é totalmente opcional e o Debian não incentiva o seu uso, sem uma análise aprofundada.(OU VOCÊ SABE O QUE FAZ OU NÃO :D)
--- https://wiki.debian.org/AptPreferences

Pesquisar por wikis do Debian.
--- https://wiki.debian.org/FindPage?action=fullsearch&advancedsearch=1&and_terms=codesc&or_terms=&not_terms=&mtime=&categories=&language=&mimetype=

A multiarquitetura permite que você instale pacotes de bibliotecas de múltiplas arquiteturas na mesma máquina. Isso é útil de diversas formas, mas a mais comum é instalar tanto software de 64 quanto 32 bits na mesma máquina e ter as dependências resolvidas corretamente de forma automática.
--- https://wiki.debian.org/pt_BR/Multiarch/HOWTO

Dica simples para construir um sources.list no Debian.
--- https://wiki.debian.org/pt_BR/SourcesList

Montar dispositivos (celulares) com protocolo MTP no Debian.
--- https://wiki.debian.org/mtp

Trabalhando com chaves de segurança do APT-GET.
--- https://wiki.debian.org/SecureApt

Tutorial para instalação do navegador Opera no Debian.
--- https://wiki.debian.org/Opera

Instalação de codecs no Debian.
--- https://wiki.debian.org/pt/MultimediaCodecs

Instalação Skype no Debian Wheezy
--- https://wiki.debian.org/skype

Identificando Hardware no Debian
--- https://wiki.debian.org/HowToIdentifyADevice/PCI

Repositório não oficiais do Debian.
--- https://wiki.debian.org/UnofficialRepositories

Udev - Linux gerenciamento de dispositivo dinâmico
--- https://wiki.debian.org/udev

Como "identificar" os dispositivos PCI-like (AGP, PCI-Express, CardBus , Express Card, etc) que são conectados ao seu computador.
--- https://wiki.debian.org/HowToIdentifyADevice/PCI

Como configurar o Xorg.
--- https://wiki.debian.org/Xorg


nodes2015
fontehttp://pastebin.com/A4DgYAWJ

Permissão de uma pasta com CHMOD

O comando chmod é um utilitário via linha de comando usado nos sistemas Linux/Unix/Unix-like para mudar as permissões de um arquivo ou diretório. 

Os parâmetros passados para o programa podem ser números ou letras. Nesta dica abordarei a passagem de parâmetros através de números octais. 

Exemplo: 


      chmod 750 arquivo.txt 


No exemplo acima aplicamos o comando chmod no arquivo arquivo.txt passando 750 como parâmetro. 


Explicação: 


O primeiro dígito do parâmetro refere-se às permissões para o dono do arquivo. O segundo, às permissões para os usuários do grupo do dono do arquivo e o terceiro, às permissões que os outros usuários do sistema têm para com o arquivo. 

Para entendermos melhor, veja a tabela abaixo: 

Quando utilizamos o número 0 significa que negamos determinada permissão. Quando utilizamos 1, significa que a aceitamos. 

Letras:

r -> read

w -> write

x - > execute

r w x

Numeros:

 0 = nenhuma permissão

1 = apenas execução

2 = apenas escrita

3 = escrita e execução

4 = apenas leitura

5 = leitura e execução

6 = leitura e escrita

7 = leitura, execução e escrita 

Portanto, no nosso exemplo, daríamos permissão de leitura, escrita e execução (7) para o dono do arquivo, permissão de leitura e execução (5) para os usuários do mesmo grupo do dono do arquivo e não daríamos nenhuma permissão para os outros usuários do sistema. 

Entendendo melhor: 

7 -> r=1 (ok, permissão de leitura.) w=1 (Ok, permissão de escrita), x=1 (Ok, permissão de execução) 

5 -> r=1 (ok, permissão de leitura), w=0 (permissão de escrita negada), x=1 (Ok, permissão de execução) 

0 -> não dá permissão nenhuma. 

No nosso exemplo, alteramos as permissões de apenas um arquivo. Mas se quiséssemos alterar as de um diretório todo, incluindo seus subdiretórios? Usamos então a opção -R. Exemplo: 

    chmod -R 755 /home/usuário/teste 

No exemplo acima alteramos as permissões do diretório teste e de tudo que havia contido nele. Para mudarmos as permissões de todos os arquivos contidos em determinado diretório, utilizamos o asterisco (*). 

Exemplo: 

     chmod 777 /home/usuário/pasta/* 

No exemplo anterior, alteramos as permissões de todos os arquivos contidos no diretório "pasta". Para visualizarmos as permissões dos arquivos de um diretório, utilizamos o comando "ls -l". 

Obs.: Para entender melhor como converter números binários em decimais e vice-versa, acesse o tutorial de conversão de números binários. 

Espero que tenham entendido. 

Abração.


nodes2015
original em:

ATI/AMD drives open sources no Debian 7 Wheezy

AMD / ATI Open Source Drivers (Radeon, r128, mach64)

Esta página descreve o uso dos drivers de vídeo open source para ATI / AMD hardware de gráficos em sistemas Debian. Para obter informações sobre o driver proprietário, consulte ATIProprietary .


Instalação


O procedimento a seguir irá instalar os pacotes de código aberto driver de vídeo, módulos DRI (para aceleração 3D) e firmware motorista / microcódigo:


Adicionar "contrib" e componentes "não-livres" para /etc/apt/sources.list , por exemplo:

# Debian 7 "Wheezy"
deb http://http.debian.net/debian/ wheezy main contrib non-free


Atualizar a lista de pacotes disponíveis:

# apt-get update

Instale os firmware-linux-nonfree , libgl1-mesa-dri e xserver-xorg-video-ati pacotes:

# apt-get install firmware-linux-nonfree libgl1-mesa-dri xserver-xorg-video-ati

Reinicie o sistema para carregar o firmware do dispositivo GPU.

Configuração

Na maioria dos casos, a configuração manual para os drivers de vídeo open source é não obrigatório , como o servidor X Xorg detecta e configura hardware disponíveis automaticamente.

O seguinte configuração opcional pode ser utilizado para aumentar o desempenho 3D. Veja o xorg.conf (5) e Radeon (4) páginas de manual para mais informações.

Section "Device"
Driver "radeon"
Identifier "My GPU"
...
Option "AccelMethod" "XAA"
# XAA/EXA
Option "AccelDFS" "1"
# 1/0 On for PCIE, off for AGP
# Manpage: Use or don't use accelerated EXA DownloadFromScreen hook
# when possible.
Option "AGPMode" "1"
# 1-8 Does not affect PCIE models.
Option "AGPFastWrite" "1"
# 1/0 Does not affect PCIE models. Not recommended.
Option "GARTSize" "64"
# 0-64 Megabytes of gart (system) memory used.
# Wrongly defaults to 8MB sometimes, see your logfile.
# Bigger seems better.
Option "EnablePageFlip" "1"
# 1/0 Increases 3D performance substantially
# seemingly in XAA mode only
Option "ColorTiling" "1"
# 1/0 Increases 3D performance substantially
# affected stability only positively on my system
EndSection



https://wiki.debian.org/AtiHowTo#Drivers

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Extundelete - Recupere arquivos no Ubuntu



O extundelete promete recuperar arquivos apagados que estejam em sistemas de arquivos ext3 e ext4, utilizados em sistemas Gnu/Linux. Tal programa é baseado na ferramenta ext3grep, que vasculha todo um sistema de arquivo "ext3" por rastros de arquivos deletados, o extundelete é capaz de recuperar informações dos ponteiros de blocos do inode; onde ficaram salvos os arquivos removidos. Por fim, todo o conteúdo recuperado é enviado para um diretório escolhido por Vc. 

Quando você remove um arquivo acidentalmente, recomenda-se que pare de usar imediatamente o sistema de arquivos no qual o arquivo estava. Para isso use o comando "umount", para desmontar a partição. Embora seja possível rodar o extundelete com a partição montada, é interessante desmontá-la afim de proteger os blocos de gravação.

Comando de instalação:

sudo apt-get install extundelete

Com o extundelete instalado no seu Linux, você precisa identificar onde estava salvo seu arquivo removido acidentalmente ou não. 

Supondo que você removeu um arquivo chamado amor.mp3, contido na partição /home do seu sistema. Assim, a primeira coisa a fazer é desmontar tal partição. 

Primeiramente, identifique-a usando o comando: 

df -h

Supondo que o sua /home está montado no /dev/sdb2, basta rodar os comandos abaixo: 

sudo umount /dev/sdb2
sudo extundelete --restore-file /dev/sdb2 /home/ricardo/amor.mp3

Note que o último parâmetro é exatamente o nome do arquivo deletado. 

Se tudo ocorrer bem, seu arquivo será recuperado em  /home/SEU_USUARIO/RECOVERED_FILES. 

Você pode obter uma relação completa dos parâmetros e opções do extundelete aqui. 

Em resumo, caso você queira restaurar a partição inteira: 

sudo extundelete /dev/sda2 --restore-all

Ou restaurar um diretório específico (por exemplo "documentos"): 

sudo extundelete /dev/sda2 --restore-directory /home/SEU_USUARIO/documentos

Acho que isso poderá ter te ajudado de alguma forma.

nodes2015

Instalar Mate-Desktop no Debian 7 Wheezy



Estou pensado seriamente em instalar e usar o Debian, e como seu sei que o Mate não vei por padrão no mesmo, eu procurei uma maneira de instalar, abaixo deixo a dica.

O MATE é um dos ambientes de ambiente de desktop que mais tem crescido ultimamente, talvez por ser um Fork do tão amado e aclamado Gnome 2.x.

Neste post iremos abordar a instalação dele no Debian 7. Vamos lá?
Debian 7

Abra seu terminal e execute os comandos abaixo

sudo add-apt-repository ‘deb http://repo.mate-desktop.org/debian wheezy main’ apt-get update

apt-get –yes –quiet –allow-unauthenticated install mate-archive-keyring apt-get update

sudo apt-get install mate-desktop-environment


E caso você queira instalar os pacotes extras do MATE, execute:

sudo apt-get install mate-desktop-environment-extra

nodes2015

Comandos de Ajuda Ubuntu


Limpeza de cache atualização

sudo apt-get autoremove
sudo apt-get clean
sudo apt-get update
sudo apt-get upgrade

Limpeza de cache atualização, só que mais completo

sudo apt-get autoremove
sudo apt-get clean
sudo apt-get update
sudo apt-get dist-upgrade 

Removendo lists com problemas.

sudo rm /var/lib/apt/lists/*
sudo rm /var/lib/apt/lists/partial/*
sudo apt-get update
sudo apt-get upgrade

Matando um programa oculto, ou não oculto.

killall programa

Matando programa teimoso.

xkill = clique no programa teimoso

Finalizar o lock quando teimoso.

sudo rm /var/lib/apt/lists/lock
sudo apt-get update

limpando bibliotecas orfãs.

sudo apt-get remove `deborphan`

Resetando os programas ao estado de novo.

dentro de sua home (Ex: /home/usuario)

rm -rf .*

agora reinicie a sessão e vão voltar zerados.



nodes2015

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Instalando e Usando o GUFW - firewall

Um configurador gráfico é o Gufw (http://gufw.tuxfamily.org/pt/), um firewall voltado para a facilidade de uso, baseado no UFW (o "Uncomplicated Firewall", que pode ser usado via linha de comando). Por oferecer menos opções, ele acaba sendo mais adequado que o Firestarter para o uso de pessoas não-técnicas, como em casos em que você instala o Ubuntu em PCs de familiares e amigos. Ele também pode ser instalado usando o apt:$ sudo apt-get install gufw 

Uma vez instalado o pacote, será criado um atalho para ele no "Sistema > Administração > Configuração de Firewall". Assim como no caso do Firestarter, a interface é usada apenas para alterar a configuração do firewall. Uma vez ativado, ele continua ativo mesmo que a interface seja fechada.

O primeiro passo é marcar o "Firewall habilitado", o que ativa o Gufw em modo restritivo, bloqueando todo o tráfego de entrada, mas permitindo o tráfego de saída; a clássica receita para firewalls destinados a micros desktop. A ideia é justamente oferecer um bom nível de segurança por padrão, a partir da qual você possa criar exceções usando as opções da interface.

A aba "Simples" permite especificar diretamente portas de entrada que devem ser liberadas. Você pode tanto especificar as portas pelos números, como em "22" ou "6889", quanto pelo protocolo, como em "ssh" ou "ftp". Usando o terceiro campo, você pode especificar se deve ser aberta a porta TCP, UDP ou ambas:


A maioria dos protocolos utiliza portas TCP, mas existem casos como o do SIP, que usa a porta 5060 UDP para receber chamadas. No caso dele, por exemplo, não adiantaria abrir apenas a porta 5060 TCP, já que não é ela a usada.

A aba "Pré-configurado" inclui algumas regras prontas para autorizar ou bloquear protocolos ou aplicativos específicos. No Ubuntu 9.04 o conjunto de regras disponíveis é ainda bastante incompleto, por isso a utilidade é questionável, mas ele deve melhorar nas versões seguintes.

Concluindo, a aba "Avançado" permite definir regras com um pouco mais de liberdade, especificando endereços de origem e faixas de portas. Ela é um pouco contra-intuitiva, o que gera confusão.

O campo "De" permite especificar o endereço de origem das conexões, o que permite que você abra portas apenas para endereços específicos. Se um amigo precisa se conectar à sua máquina via SSH, por exemplo, você pode criar uma regra específica para ele, especificando o endereço no campo "De" e a porta 22 TCP no segundo campo do "Para":


O primeiro campo do "Para" permite especificar o endereço da sua máquina onde o pacote será aceito. Ele é usado apenas em casos em que o PC possui duas ou mais interfaces de rede, como no clássico caso em que você usa uma placa para a rede local e outra para a Internet. Deixando o campo em branco, você permite conexões em qualquer uma das interfaces, mas ao especificar seu endereço de rede local, a regra passa a permitir apenas conexões a partir de outros PCs da rede, descartando as conexões vindas da Internet.

Existem dois campos para especificar a porta, pois o segundo é usado quando você precisa especificar um intervalo de portas. Um caso clássico é o bittorrent, que utiliza as portas da 6881 à 6889. Usando os dois campos, você pode abrir todo o intervalo de uma vez, sem precisar criar uma regra para cada porta:


Concluindo, os menus incluem também opções para salvar as regras em um arquivo de texto (útil caso precise usar a mesma configuração em várias máquinas) e também para exibir o ícone ao lado do relógio, que serve como um atalho rápido para a interface.

nodes2015

Entenda o Gerenciamento de pacotes e repositórios

  Assim como todas as inúmeras outras distribuições derivadas do Debian, o Ubuntu utiliza o apt como gerenciador de pacotes. Entretanto, para facilitar as coisas, o Ubuntu inclui também um conjunto de gerenciadores gráficos que, de certa forma, permitem juntar o melhor dos dois mundos.

O gerenciamento dos repositórios é feito através do "Sistema > Administração > Canais de Software", que funciona como um configurador para o arquivo "/etc/apt/sources.list", onde são especificados os repositórios que serão usados pelo sistema. Os pacotes oficiais são divididos em 5 repositórios:

main: O repositório principal, que inclui os softwares suportados oficialmente pela equipe do Ubuntu. Este repositório inclui um número relativamente pequeno de pacotes, incluindo os pacotes do GNOME (e os outros softwares instalados por padrão), os pacotes de internacionalização e alguns poucos pacotes adicionais. É basicamente o mesmo conteúdo da versão em DVD.

restricted: Este repositório inclui os drivers da nVidia, da ATI e alguns módulos adicionais para o kernel (agrupados no pacote "linux-restricted-modules") que possuem o código-fonte fechado, ou possuem restrições com relação à modificação ou distribuição. Agrupá-los em um repositório separado foi a solução encontrada pela equipe do Ubuntu para poder distribuí-los como parte da distribuição.

Estes drivers são gerenciados de maneira automática pelo gerenciador de drivers restritos ("Sistema > Administração > Drivers de hardware") que se encarrega de detectar os componentes e perguntar se você deseja ativar os drivers correspondentes.

universe: Como o nome sugere, o Universe inclui quase todos os demais pacotes, um conjunto que ultrapassa a marca dos 20 GB de arquivos. Ele é basicamente um snapshot do repositório do Debian Unstable, que recebe uma rodada de testes e correções antes de ser disponibilizado ao público. A grande diferença em relação aos pacotes do repositório main é que eles não são oficialmente suportados pela equipe de desenvolvimento; são apenas oferecidos como um extra. A maior parte do trabalho de manutenção do repositório Universe é feito por voluntários, incluindo aí o trabalho realizado pela equipe do Debian.

multiverse: É uma derivação do Universe, que agrupa softwares distribuídos sob licenças "não livres", que possuam alguma restrição com relação à modificação ou distribuição. Inclui diversos codecs, emuladores, plugins, programas diversos e até mesmo alguns drivers de impressora. Assim como no caso do restricted, o multiverse foi criado para permitir que estes pacotes pudessem ser incluídos na distribuição, sem que "contaminassem" os repositórios principais.

partner: Este é um repositório mantido pela Canonical (sem relação direta com o Ubuntu) para disponibilizar componentes licenciados. Ele inclui o "adobe-flashplugin", que instala o suporte a flash no Firefox e pacotes de documentação para alguns codecs comerciais vendidos no http://shop.canonical.com.

Além das questões filosóficas, a divisão permite que os repositórios sejam seletivamente desativados. Você pode imaginar, por exemplo, o caso de uma empresa onde a equipe de TI tenha decidido utilizar apenas os pacotes do repositório main, juntamente com alguns outros pacotes específicos, para prevenir o aparecimento de problemas.

Em situações normais, você simplesmente mantém todos os repositórios ativados, com a possível exceção dos repositórios com o código-fonte, que são úteis apenas para quem está interessado em compilar seus próprios pacotes.


nodes2015

Extrair audio do tradutor do google para seu pc.

Encontrei um segredo (nem tanto assim, pois é um player básico) do áudio do Google Tradutor.

Neste link abaixo: translate.google,

translate.google.com.br/translate_tts?ie=UTF-8&q=PALAVRA&tl=en&prev=input


Após  "q=" , digita-se a palavra ou frase a ser traduzida (com a sigla que define o idioma depois de "tl="), para ouvir mais de uma palavra use %20.

"q=eu%20quero%20ouvir%20isso&".

Lembrando que a própria página do tradutor auxilia na definição dos idiomas. Analisando a URL http://translate.google.com.br/#en/ja/, é possível notar que o texto será traduzido do inglês (en) ao japonês (ja).


Para salvar o áudio em seu computador, clique com o botão direito e selecione "salvar como"


É isso.

Como instalar o Whisker Menu no Debian


Para instalar o o Whisker Menu no Debian e sistemas derivados e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:

sudo sh -c 'echo "deb http://download.opensuse.org/repositories/home:gottcode/Debian_7.0/ /" >> /etc/apt/sources.list.d/xfce4-whiskermenu-plugin.list'
wget http://download.opensuse.org/repositories/home:gottcode/Debian_7.0/Release.key
sudo apt-key add - < Release.key
sudo apt-get update

sudo apt-get install xfce4-whiskermenu-plugin


Caso queira remover:

sudo apt-get remove xfce4-whiskermenu-plugin

nodes2015
fontes 

0 Como instalar a última versão do Whisker Menu no Ubuntu


Como instalar o Whisker Menu no Ubuntu

Para instalar o Whisker Menu no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:

sudo add-apt-repository ppa:gottcode/gcppa
sudo apt-get update
sudo apt-get install xfce4-whiskermenu-plugin


Se precisar desinstalar o programa, use o comando abaixo;

sudo apt-get remove xfce4-whiskermenu-plugin

nodes2015

sábado, 14 de fevereiro de 2015